quarta-feira, 26 de novembro de 2008

CARNIELLI TEM OPOSIÇÃO

Durante 12 anos Sergio Carnielli governou sem contestação das fôrças da macaca. Sua performance teve altos e baixos, mas seu heroísmo ao assumir a agremiação até hoje é reconhecido. O pontepretano venera Sérgio e o tem como um ídolo. As eleições revelaram alguns pontos senão vejamos:

COLÉGIO ELEITORAL
É praticamente insignificante em relação à grandeza da Ponte. 800 sócios não refletem os anseios e desejos da comunidade alvi negra. Pior que não contempla nem a legitimidade que seria o mínimo desejável a ponto de provocar protestos da oposição que foi à justiça buscar direitos e deixou a eleição sub júdice tanto caberá ao mandato construir um colégio eleitoral baseado na vontade dos pontepretanos. Será importante até para legitimar o mandato do presidente, à medida em que tiver quantidade e qualidade.

O DEBATE PONTE PRETA
Poderia ter sido mais eloqüente e profundo. Os candidatos tiveram até um bom nível na campanha. Contudo muitos pontos passaram em branco.Ex: a verdadeira vontade de Carnielli em permanecer, seu afastamento da ponte após 2001 quando o time perdeu para o Botafogo, sua ausência em 2003 quando o time quase caiu, o desentendimento com Eberlim que nunca foi efetivamente explicado, as parcerias mal sucedidas, a verdadeira situação financeira da ponte, a queda de 2006, a falta de representatividade e outros pontos.

OPOSIÇÃO
Tem muito a contribuir com a agremiação. Marco Eberlim se mostrou corajoso ao enfrentar a força de Sérgio. Não pode ser menosprezado. É um valor que poderá ajudar muito o clube. A velha guarda sustentou a candidatura de Marco e esses pontepretanos têm de ser respeitados.

CONSIDERAÇÕES
A eleição mobilizou o clube. Foi salutar, dentre muitas coisas serviu para alertar Carnielli. Também ordenou alguns fatores e serviu pra mostrar que a Ponte continua viva e querida por seus torcedores.


João Carlos de Freitas

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O ACESSO DO GUARANI - TORCIDA, LEONEL E LUCIANO - UM TRIO DE FERRO!



Torcida
O torcedor do Guarani tem uma parcela importante nessa conquista. Um time sempre acostumado a grandes decisões, como o campeonato de 78, 86,88, outros teriam dificuldades em chamar a atenção do seu torcedor para o apoio. Contudo o bugrino de coração compreendeu o espírito da Série C e abraçou a causa independente da falta de qualidade da competição e do seu próprio time. Foi um show de comparecimento com média de 7.000 torcedores e os 20 mil para a festa final. Foi o ponto mais importante da campanha!


Leonel Martins de Oliveira
O presidente mostrou toda sua força nessa epopéia, Leonel por vezes tão criticado. Alguns não concordam com sua forma de atuar e o chamam de teimoso e centralizador. O fato é que Leonel é muito seguro nos seus propósitos. É um dos poucos dirigentes que permeiam pela correção e atitudes sérias. Até incompatíveis com a cultura do futebol. É um presidente realista e que não divaga em ilusões comuns e tentadoras do mundo da bola. É o homem certo para essa transição e o resgate da agremiação exatamente por colocar o Guarani como prioridade. Foi o homem forte da conquista juntamente com seus colaboradores.


Luciano Dias

Sua humildade e equilíbrio também foram importantes. Acertou na montagem da equipe e na filosofia de jogo. Montou um grupo de verdadeiros homens antes de jogadores de futebol. Deu confiança para a equipe armando para não perder e qualificando o time ao longo da competição. Nunes, Mário César, Sapucaia e Fernando Gaúcho deram o toque de competitividade que a equipe precisava. Observou a tempo a queda de rendimento de Henrique e bancou seu afastamento do time titular mesmo contra vontade de muitos torcedores. Contudo soube trabalhar principalmente os reservas que assumiram a mentalidade do objetivo. Taticamente sua maior virtude foi posicionar o time corretamente. Se revelou um grande líder e deve ser reverenciado como protagonista principal na organização da equipe! Luciano tem conceitos sólidos sobre futebol e isso farão dele um profissional de ponta no futebol brasileiro!


João Carlos de Freitas.