terça-feira, 29 de setembro de 2009

LEONEL MARTINS DE OLIVEIRA - A VOLTA DO MESSIAS!

Quando Leonel Martins de Oliveira assumiu o clube, em condição falimentar, escrevi e comentei em minhas tribunas que o Guarani estava salvo! Longe de profetizar, tratava-se de um voto de confiança para a diretoria e para a comunidade bugrina! O Guarani estava prestes a fechar as portas. Desmoralizado, desacreditado no meio futebolístico, envergonhando a cidade e a sua torcida! Minha mensagem na verdade, contemplava uma nova visão para um clube que sempre teve muita credibilidade. A tradição do Guarani é de correção e respeito ao mundo esportivo, bem como à própria cidade que o aconchega e denota um grande amor pela sua tragetória e pela sua história também! Leonel não é nenhum milagreiro e longe está de ser grande autoridade administrativa. Conhece débito e crédito e respeito ao clube. Procura acima de tudo os interêsses da agremiação. Aqueles imediatistas e impacientes cobraram e ainda não se satisfizeram com a performance do clube. Mas o presidente demonstra pulso e objetivo claro para arrancar o Guarani dessa cilada em que foi depositado. Ele está conseguindo! Trabalho, honestidade e perseverança têm sido ferramentas importantes nessa missão quase impossível! Ha muito o que fazer, mas o destino está devolvendo sucesso a uma pessoa que tem apenas um propósito: O BEM DO GUARANI!


João Carlos de Freitas

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

DERBY

A sorte está lançada! Os treinamentos chegaram ao fim. No Guarani muita tranqüilidade. Churrasco, time escalado, encontro de torcedores e jogadores. Nenhum problema! Diferente a Ponte novamente teve semana turbulenta. Contratações equivocadas, time escondido, dúvidas na escalação, algumas divergências com a imprensa. Ao longo da minha carreira já assisti esse filme. O time tem de ter um certo nível de adrenalina. Não pode faltar e nem passar, tem que ser no limite. Acho que na Ponte passou do ponto e no Guarani faltou chegar ao ponto. Em 93, quando Luxemburgo dirigia a macaca, houve uma situação parecida. Na Ponte tudo certo e no Guarani tudo turbulento. Se enganou quem apostou na semana tranqüila da Ponte, porque quando o jogo começou o Guarani parecia um vulcão e Luizão acabou com o jogo. O Guarani tinha vendido Edilson naquela semana e houve revolta dos torcedores, Edu Lima também não jogou por contusão. São histórias de derby. Quando a Ponte venceu por 3 a 0 o rival em 2003, o dia de Gigena marcando 3 gols, a semana marcou desentendimentos. Piá brigou com Abel e chegaram a se agredir. Abel queria ir embora e foi preciso um apelo dos jogadores. Portanto essa diferença de clima e ambiente pode até decidir o jogo!


João Carlos de Freitas