terça-feira, 30 de setembro de 2008

BENAZZI - O MESSIAS!

Se Benazzi não esconde seu desejo de treinar a Ponte, é verdade também que para Sérgio Carnielli é a realização de um sonho! Muitas vezes a Ponte tentou contratá-lo. No fundo ele vem com uma responsabilidade limitada. Se vencer terá dado um grande passo na carreira, se perder tudo estará dentro da lógica. Em apenas dez partidas a ponte terá que fazer para segurança total, cerca de 20 pontos. Trata-se de um pequeno milagre. Benazzi vai montar um verdadeiro arsenal. Seu estilo é a cara da Ponte. Vibrante, estrategista, malandro no bom sentido, experiente nesse tipo de trabalho. Os líderes da equipe Deda e César serão peças importantes. O padrão tático terá de ser resgatado. A torcida deve ser motivada. Os bastidores são necessários para essa empreitada. Os cinco jogos de casa têm que ser faturados. Fora de casa ela poderá descartar três. Se possível passar por Vila Nova e Barueri, o que lhe daria vantagem por serem adversários diretos. O Avai também é adversário e pode ser colocado como grande rival. O jogo será em Florianópolis. Embora com um percentual baixo, os estatísticos falam em 16 por cento, os fatores crença e competência poderão decidir. E não há ninguém melhor que Benazzi para estimular todos os valores que o time vai precisar!

João Carlos de Freitas

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

A PONTE VOLTA À BRIGA!

O futebol tem algumas coincidências inexplicáveis. Os chamados tabus. O Guarani venceu todas contra o ituano neste ano. O Sport sapecou o Palmeiras em todas as partidas e a Ponte não deixou por menos contra o Santo André! Venceu por 3 a 1 e voltou a sonhar com a classificação. O time é bom, mas não acende no campeonato. Diferente do paulista, onde a mobilização era geral, na Série B o time alterna bons e maus momentos. Terminou o primeiro turno num bom momento. Se a performance for mantida, ela pode terminar o campeonato entre os quatro. Não é impossível. Renato é o termômetro. Quando joga bem o time cresce. Ocorre que sua condição técnica é muito acima dos demais, por isso ás vezes ele se cansa com a incompetência de alguns jogadores. A partida contra o Santo André foi atípica. O adversário teve 5 desfalques e a ponte se aproveitou bem. Com 20 minutos o placar já era 3 a 0. Certamente não ocorrerá mais essa história. Os jogos de casa serão contra adversários teoricamente mais fracos, portanto a dificuldade será transpor algumas retrancas. Bonamigo não é um treinador vibrante. Talvez seja excessivamente teórico e preocupado em agradar a todos. É só observar a formação do banco. Nunca é escalado em função do jogo e sim para atender um bom relacionamento. É uma conduta que não costuma dar certo no futebol. Tomara ele seja exceção! O banco da Ponte é muito fácil de ser formado. Um velocista, um atacante alto, um zagueiro de bom nível e o Ricardo Conceição. As outras duas opções ficam podem ficar por conta do agrado e outros critérios. Moraes não tem mais função na Ponte. João Paulo apenas treina. São pequenos exemplos que têm de ser resolvidos! Mesmo com a frieza de Bonamigo o time pode chegar. E nesse ponto o mérito seria muito mais dos jogadores e alguns colaboradores do que da própria comissão técnica!

João Carlos de Freitas