quinta-feira, 14 de maio de 2009

O TIME DE VADÃO

Faz uns vinte dias conversei com o treinador do Guarani. Falamos sobre alguns assuntos, recordamos boas passagens do futebol e é claro passamos pelo tema Guarani! Vadão elogiou muito Leonel, o presidente e também não soube responder sobre os recursos que estão aportando no clube! Falou de esquema tático e me disse que vai optar pelo 4-4-2, pela própria característica da equipe. Perguntei sobre Adriano Gabirú, a quem considero um grande jogador, desde os tempos de Atlético Paranaense quando foi campeão em 2001 ao lado de Kleber Pereira. Vadão respondeu que o momento da sua recuperação e vai depender muito da sua aplicação. Contudo, me chamou atenção o entusiasmo de Vadão para com Caíque. Jogou um bom campeonato paulista, mas não suficiente para merecer tantos elogios do treinador! Segundo atacante, mas que possui uma grande movimentação e pode ser usado como meia de chegada também! Técnico bate bem na bola e é muito forte! Sábado, assistindo à partida do bugre em Fortaleza, compreendi a postura de Vadão! Caíque confirmou tudo que o treinador dele esperava. Pelos primeiros passos não se conhece o caminho ainda, mas que foi um belo cartão de visitas, isso foi! Quem sabe, estejamos diante de uma dessas grandes revelações que vadão tem tanta prática. Não nos esqueçamos que os últimos camisas 10 da seleção brasileira, foram revelações de Osvaldo Alvarez. Rivaldo e Kaká!!!


João Carlos de Freitas

sexta-feira, 8 de maio de 2009

ARENA PONTE PRETA

Na última segunda feira a Ponte Preta reuniu seu conselho deliberativo novamente submeteu á votação, a alienação do estádio Moisés Lucarelli, visando compor o processo de construção da arena ponte preta, senão vejamos:

1-) É correto o desejo de todos em conceber um novo projeto que leve á construção de um estádio moderno nos padrões FIFA.

2-) O orçamento do projeto gira em torno de 160 milhões de reais.

3-) 70% desse montante viria do financiamento do BNDS.

4-) 30% restante do recurso seria dividido entre Ponte e Odebrecht, sócia da Ponte no empreendimento.

5-) 15% a parte da ponte representa cerca de 25 milhões de reais.

6-) Essa parte seria coberta com a venda do estádio Moisés Lucarelli, com algum critério na transação estabelecido pela direção.

7-) A Ponte teria uma nova casa, contudo alienada e financiada.

8-) Os recursos para pagamento do financiamento viriam do próprio movimento da arena.

9-) A Ponte ficaria sem o Moisés Lucarelli e com um bom estádio, porém com a responsabilidade do pagamento do financiamento, além de um sócio, cujos critérios estão sendo negociados.

Considerações:

É claro que o empreendimento é sedutor e atende em parte as necessidades do futuro, mesmo não sendo padrão FIFA. Todos sabem que a FIFA exige 42 mil lugares e neste projeto constam 30 mil lugares na construção. Levando-se em conta o montante do projeto e a parte que cabe á Ponte Preta como espécie de "entrada", acho incoerente colocar o estádio em disponibilidade. Se a Ponte é capaz de se envolver no empreendimento com o valor que ele exige, ela tem de ser capaz de gerar o recurso da entrada exatamente 15% do valor total da obra. É uma tarefa que cabe a todos os pontepretanos e não apenas á diretoria atual. É bom lembrar que esse é o último mandato de Sérgio Carnielli e o ônus da dívida ficará com a próxima diretoria. Bônus? Quem garante?


João Carlos de Freitas